segunda-feira, 25 de maio de 2015

Conheça a Honda CBR 1000 RR

Ela é a superesportiva com motor leve, potente e ainda acelera com moral de campeã do MotoGP. Vai encarar?





A Moto Honda CBR 1000 RR é uma das motos da linha CBR. A moto tem aproximadamente 999,8 cilindradas de potência, partida elétrica, injeção eletrônica, painel digital em LCD de fácil entendimento dos comandos, freios ABS e, além de tudo, tem esse design incrível de moto esportiva. Motor compacto, potente e leve, com arrefecimento a líquido e DOHC de 4 cilindros em linha. O motor é projetado para alcançar altas rotações.  
O preço desta máquina está em torno de R$62.000 em seu modelo mais completo e está disponível nas cores Laranja e Branca. 

Fonte: Honda

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Marc Márquez garantiu o 4° lugar na etapa do MotoGP




Na etapa do MotoGP em Le Mans, na França, Marc Márquez, mesmo com problemas na largada, garantiu o 4° lugar depois de uma disputa nas voltas finais e de enfrentar queda de rendimento da sua moto. Dani Pedrosa caiu nas primeiras voltas, mas ainda assim terminou em 16°.
Jorge Lorenzo conquistou sua segunda vitória seguida na competição. O espanhol liderou até o final, anotando o tempo de 43m44s143.
Com o caneco, o piloto é o terceiro colocado no Mundial de Motovelocidade.
Líder da temporada, Valentino Rossi começou a prova em oitavo, mas conseguiu brigar pela segunda posição. O também italiano Andrea Dovizioso manteve a boa fase da Ducati, tentou superar Lorenzo, mas acabou na terceira posição.
Voltando de uma cirurgia no antebraço direito, Dani Pedrosa largou em oitavo, mas caiu sozinho com pouco mais de uma volta em Le Mans. O espanhol bem tentou retornar à prova, mas terminou a disputa francesa na 16ª colocação, sem pontuar.
A etapa francesa viu o piloto britânico Cal Crutchlow cair na volta seis, após a sua roda dianteira derrapar. O seu compatriota, Scott Redding, também foi ao asfalto de forma precoce, depois de completar a terceira volta.

Fonte: Sport tv

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Conheça a Honda Biz 125

A BIZ que você conhece, ainda mais prática e estilosa

A primeira moto Honda Biz foi lançada no ano de 1998 e desde então, vem conquistando, a cada dia, mais consumidores que procuram uma motocicleta simples e econômica e, ao mesmo tempo, prazerosa e sofisticada, capaz de agradar todos os tipos de público, desde aos mais jovens até os mais experientes.

O modelo Honda Biz 125 ano 2015 possui várias qualidades, como o fato de ser flex (pode ser abastecida com etanol ou gasolina), o que garante a praticidade no reabastecimento da moto.

O propulsor da Biz 125 é OHC (Over Head Camshaft), monocilíndrico de 4 tempos e é também arrefecido a ar. A versão 2015 da Biz 125 tem o poder de 124,9 cilindradas. A potência máxima alcançada por esse modelo se estende a 9,1cv a 7.500 rpm. Seu torque máximo é de 1,01 kgf.m a 3.500 rpm e o sistema de alimentação é por injeção eletrônica PGM-FI. A Biz 125 ainda possui sistema de partida elétrica (ES/EX).

As cores disponíveis para o modelo ES são: Preto-fosco, prata-metálico e vermelho. E no modelo EX: Preto-Fosco, Vermelho-Metálico e Branco-Perolizado. O preço sugerido varia de 7.050 a 7.941 reais, dependendo do modelo (ES/EX).

*O valor refere-se ao preço público sugerido, base São Paulo, para pagamento à vista, e não inclui despesas com frete e seguro.





*As imagens acima referem-se ao modelo 2015

terça-feira, 7 de abril de 2015

Honda CB 300R ganha rodas douradas na linha 2015

Preços variam de R$ 12.140 a R$ 13.804. Motor segue o mesmo flex de 26,7 cavalos de potência.



Após apresentar as inéditas CB 650F e CBR 650R para o mercado brasileiro, a Honda fez pequenos retoques na CB 300R. Para a linha 2015, que já está disponível na rede de concessionárias da empresa, o modelo urbano recebeu a inédita colocarção dourada nas rodas, como ocorre com a nova CB 650F e outros modelos de maior cilindrada da empresa. Na cor branca, a moto ainda recebeu inspiração do Team HRC, a equipe de competições da fabricante japonesa, com detalhes azul e vermelho. Na versão standard, cores veremelha e preta, o preço sugerido é de R$ 12.140, enquanto a branca é vendida por R$ 12.290. Com freios combinados e ABS, o valor sobe para R$ 13.840, mas está disponível apenas na coloração branca.

Comparadas às versões 2014, houve acréscimo de R$ 100 em cada versão. Antes, a standard era vendida por R$ 12.040 e a C-ABS por R$ 13.740.

Base mecânica segue a mesma
Apesar das novidades visuais, a base mecânica e de chassi da CB 300R segue a mesma. Seu motor é o monocilíndrico de 291,6 cc capaz de gerar 26,7 cavalos de potência máxima a 7.500 rpme e 2,86 kgfm de torque a 6.000 rpm.




Honda CB 300R 2015 (Foto: Divulgação)



Honda CB 300R 2015 (Foto: Divulgação)

 Honda CB 300R 2015 (Foto: Divulgação)
Honda CB 300R 2015 (Foto: Divulgação)

terça-feira, 31 de março de 2015

Você sabe qual a nossa máquina mais veloz?




Honda CBR 1000RR Fireblade


A Honda CBR 1000RR Fireblade muito diferente de todas já lançadas pela marca, é um modelo que mistura sport e luxo, completa, oferece de tudo e mais um pouco.

Todas as cores o modelo e o desenho foram adaptados para homenagear o bicampeão mundial Marc Márquez, da Repsol Honda, A Honda então apresentou a sua poderosa Repsol, a CBR 1000 RR Super Sport 2015, que dentre outros lançamentos, se sobressaiu no Salão de Milão 2014 (EICMA).

O sistema de suspensão da moto é Öhlins, com garfo frontal NIX30 de 43 mm e na traseira conta com monoshock TTX36. Os freios são Brembo. O motor de quatro cilindros em linha, 998 cc, entrega a potência de 181 cv. A seco, a moto pesa 199 kg. No EICMA a moto cativa olhares do público com sua pintura e o emblemático número 93, sendo uma verdadeira réplica da moto de Márquez para as pistas.


Linda, não? Agora que já sabemos qual a mais veloz queremos saber de você, qual a sua Honda favorita?


terça-feira, 17 de março de 2015

Lançamento Honda XRE 300 2015 ganha versão Rally




A Honda acaba de lançar a nova linha 2015 da XRE 300 onde as mudanças ficam por conta de novas cores e uma edição especial chamada Rally, que na prática nada mais é do que uma versão com adesivos diferenciados. Vendida em duas versões, a Standard e a equipada com freios combinados C-ABS, a novidade tem preço sugerido de R$13.850 para a primeira versão e R$15.850 para a C-ABS.

A nova edição especial XRE 300 Rally traz apenas a opção de cor preto e vermelho com grafismos que remetem ao modelo utilizado em competições pleo Team Honda Racing. Outro detalhe fica por conta que a XRE 300 Rally só vem na versão com C-ABS, tornando-se a única da categoria a possuir essa tecnologia.

Honda XRE 300 2015 versão Rally

As novidades da XRE 300 2015 em si ficam limitadas às cores. A versão Standard ganha nova cor em presto fosco e detalhes azuis, além de manter a cor vermelha e a cor branca que traz carenagens em preto e detalhes do grafismo em branco. Na edição especial Rally apenas a cor preto com vermelho será comercializada.

Na parte mecânica a trail 300 da Honda em sua versão 2015 traz as mesmas configurações da versão anterior. Seu motor é um bicombustível DOHC monocilíndrico com 291,6cc, 4 tempos, refrigerado a ar com injeção eletrônica PGM-FI que é capaz de gerar, se abastecido com gasolina, a potência máxima de 26,1cv a 7.500RPM e torque máximo de 2,81kgf.m a 6.500RPM. Abastecido com etanol (álcool) esses números sobem para 26,3cv de potência máxima aos mesmos 7.500RPM e 2,85kgf.m também aos mesmos 6.500RPM.

terça-feira, 10 de março de 2015

Primeiras impressões: Honda NXR 160 Bros








Criada para ser uma espécie de CG para rodar em pisos mais irregulares, a Honda NXR Bros se distancia cada vez mais de sua "irmã". E, pela primeira vez, desde seu lançamento, em 2003, o modelo acaba de recebe motor diferente ao de sua familiar. Com o aumento na cilindrada, a moto passa a se chamar NXR 160 Bros, com previsão de início das vendas em dezembro de 2014.

Aos poucos, este será o fim da NXR 150 Bros, a mais vendida no segmento trail (uso misto em asfalto e terra) e que figura entre os 5 modelos mais vendidos no país. Ela deve ficar até o começo do próximo ano nas concessionárias, enquanto ainda persistem os estoques.

Mais simples e barata, a Bros 125 continuará em linha, mas é de segmento inferior.

O fato de estrear novo motor se deve ao tamanho sucesso dos modelos trail no Brasil, e também à chegada de uma concorrente interessante: a Yamaha XTZ 150 Crosser.

Além do conjunto novo em mecânica, chassi e dimensões, a moto teve seu visual atualizado: apesar de manter a essência do modelo anterior, a esportividade foi aumentada.

Com nítida inspiração em motos de cross, o modelo ganhou novo farol na dianteira, carenagens mais modernas, envolvendo o tanque, que também é novo, apesar de manter os 12 litros de capacidade. Na traseira, a novidade é a lanterna com “efeito 3D”, que busca imitar LED. O desenho das laterais, do assento e do motor também mudou.
Mais confortável

Desenvolvida para ser uma moto multiuso, a Bros 160 pode ser definida como “uma moto com cara de Brasil”. Apesar de a CG ainda ser a mais vendida do país, a Bros se mostra mais preparada para superar pisos irregulares, como os encontrados na maior parte do país.

No entanto, por ser mais cara que a CG 150, que é vendida a partir de R$ 7.010, dificilmente irá ultrapassá-la.

De acordo com a Honda, a Bros 160 é destinada a um público que procura uma moto utilitária, porém, com um visual mais imponente e que ofereça, sobretudo, conforto.

A Bros 150 já era muito confortável, mas este ponto evoluiu ainda mais na 160. Sua geometria foi alterada, resultando em uma pequena melhoria no conforto.

O assento ficou mais alto e fino, passando de 829 milímetros para 842 mm, enquanto a pedaleira se tornou mais baixa: de 302 mm para 292 mm.

Na prática, isso faz com que as pernas possam ficar menos flexionadas, o que é melhor para longos percursos. Mesmo assim, a maior altura não prejudica o alcance dos pés ao solo. O banco, com novo desenho, também melhora a acomodação.

O guidão ficou mais próximo do corpo, com uma largura maior, chegando a 15.766 mm, contra 14.761 mm da versão anterior. Isso também favorece uma tocada mais relaxada.

Com o objetivo de possibilitar mais estabilidade para a estrada, o entre-eixos foi aumentado em 3 mm, somando 1.356 mm no total.

O ângulo de cáster (inclinação da suspensão dianteira) também foi levemente aumentado, com maior ângulo.

Base de tudo, o chassi também é novo e tem o centro de gravidade mais baixo que o anterior. São mudanças bem sutis, mas que causaram bom efeito dinâmico para a Bros.


Por que 160?

A cilindrada mais comum dos modelos de baixa cilindrada é geralmente 150, mas por que, afinal, a Honda buscaria o estranho volume de 160 cc? Além do marketing de "atacar" a principal concorrente com um número maior – a Crosser é 150 -, a Bros 150 se mostrava fraca demais em algumas situações e um pouco mais de potência e torque eram bem-vindas.

Com o novo motor para 162,7 cc, a potência máxima passou de 13,8 cavalos a 8.000 rpm para 14,5 cavalos a 8.500 rpm, quando comparada à Bros 150. O torque máximo também subiu de 1,53 kgfm a 1,60 kgfm. De acordo com a empresa, isso resultou em velocidade máxima maior, apesar de a Honda não divulgar esse número.

Mas o efeito mais importante foi o de melhorar retomadas e deixar de lado a apatia do motor anterior, nítida em subidas.

É importante ressaltar que ainda não há nenhuma exuberância no motor da Bros: ela é uma moto extremamente mansa, mas agora está mais apta para superar obstáculos em pequenas trilhas ou mesmo subidas íngremes na cidade.

Outro motivo divulgado pela marca para a criação deste novo motor, inédito mundialmente e desenvolvido especificamente para o Brasil, foi já se antecipar à nova fase das regras de emissões de gases, prevista para entrar em vigor em 2016 no país. Com a maior cilindrada, ficou mais fácil se adequar, sem "amarrar" muito o motor.

Questionada sobre a possibilidade de este motor ser utilizado em outro modelo da empresa, como a CG, a empresa diz que estuda essa possibilidade, mas que não há nada confirmado.


Briga boa

De acordo com a Honda, as vendas no segmento trail não caíram durante este período de baixa que enfrenta o setor de motocicletas no Brasil. “Estas motos de uso misto não foram impactadas pela crise”, afirma Maurício Alcântara, gerente de planejamento comercial da marca.

A chegada da Crosser 150, no começo deste ano, foi muito importante para o nicho. Além de ser um produto de qualidade, a moto fez com que a rival mudasse a bem-sucedida Bros. “Com a chegada da Yamaha, o segmento cresceu e a Crosser conquistou mercado”, acrescenta Alcântara.

A expectativa da Honda, com a nova Bros 160, é manter as cerca de 14 mil unidades mensais vendidas da 150, o que a coloca em 4º lugar de vendas no país, com base em números de emplacamentos, segundo a Fenabrave, a federação dos concessionários.

Enquanto isso, a Crosser segue “escalando” o ranking de vendas: foi a 10ª na lista de outubro, com cerca de 2,5 mil unidades emplacadas. Ainda é pouco comparado à Bros, mas somente o fato de a Yamaha colocar mais uma moto no top 10 já incomoda a Honda. Para tornar a Bros mais atraente frente à Crosser, a riva oferece 3 anos de garantia para o novo modelo, o que antes só era feito com a CG.

O novo modelo inova com uma versão, a ESDD, mais cara, com freio a disco tanto na dianteira quanto na traseira, o que a Crosser não oferece.

Aliás, não há mais versão da Bros com freio a tambor dianteiro. A de "entrada", ESD, tem freio a disco na dianteira e a tambor na traseira. O preço equivale ao da Crosser ED, que segue a mesma "receita". Mas a Yamaha ainda oferece a Crosser com freio a tambor nas duas rodas, por R$ 9.050.

Com Bros 160 e XTZ 150 Crosser, o segmento está mais evoluído do que nunca. Enquanto a Yamaha apostou em uma moto com visual “jovem”, quase uma supermotard, com para-lama baixo, a Honda evoluiu o motor e também trouxe mais emoção ao conjunto. O resultado são motos interessantes, porém, cada vez mais caras.