segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Viajar de moto em grupo



Uma das atividades mais prazerosas e divertidas é viajar de moto. O vento no rosto e a sensação de liberdade são um verdadeiro prêmio para os pilotos. E assim como em qualquer viagem, ter companhia para compartilhar a experiência é muito melhor.

Sem dúvida diminuiu os riscos, sobretudo em caso de problemas nos veículos. Mas para isso, é fundamental que o grupo esteja organizado e que cada um faça sua parte.

Em primeiro lugar, você precisa saber que é um passeio, não corrida. Cada piloto deve preservar sua posição na pista, sem ficar ultrapassando.

Melhor formação: filas intercaladas

A disposição das motocicletas na estrada é um dos fatores que mais faz diferença para a segurança do grupo. Na formação clássica, o líder segue pelo lado esquerdo da faixa. O piloto seguinte guarda distância de pelo menos uma moto e roda pela direita. O terceiro anda na linha do ponteiro e, assim, até o final do comboio.
Se todos estiverem em uma fila só, a visibilidade fica prejudicada. Em diagonal, todo mundo consegue se ver.

É possível combinar sinais

Manter uma distância segura do veículo da frente é obrigatório. Além disso, definir locais de parada diminui o risco de engavetamentos. Combinar sinais é importante. Muitos acidentes acontecem porque quem está na frente não avisou. Por exemplo, os sinais com a mão esquerda servem para avisar uns aos outros sobre as condições da pista e as ações do grupo, como reduzir, acelerar e parar.

Para garantir uma velocidade constante ao grupo, o puxador da fila e o piloto que fecha o comboio devem ser os mais experientes, com melhor conhecimento do percurso.

Dicas

  • Nunca trafegue lado a lado com seus parceiros de viagem. Se alguém tiver de fazer uma manobra brusca para o lado, pode ocorrer uma colisão;
  • Dê preferência em rodar nos mesmos trilhos dos carros. Os automóveis acabam "limpando" a pista, e a chance de achar pregos e pedras é menor;
  • Caso aviste algum perigo na pista (animal passando, acidente etc.), levante o braço esquerdo com a mão. Assim, fará com que quem venha atrás perceba que haverá uma redução de velocidade;
  • Se o piloto da frente apontar para o chão com a mão esquerda, é sinal de algum obstáculo, como um buraco, nessa faixa. Para o lado direito, a sinalização deve ser feita com o pé, para não retirar a mão do acelerador;
  • Com a mão acima da cabeça, apontando o dedo indicador para cima, o líder orienta a formação de fila indiana, necessária para algumas situações de estreitamento da pista ou para passar por um pedágio, por exemplo;
  • Rodando em turma, é melhor reduzir o ritmo da viagem. A chance de bater é sempre maior, por isso, é fundamental manter uma velocidade constante;
  • Também é interessante que o grupo seja o mais homogêneo possível nos tipos de moto e na tocada dos pilotos. Quando existe muita disparidade, os motociclistas mais rápidos precisam ter paciência para andar no mesmo ritmo dos demais, para não obrigá-los a correr atrás;
  • Arrancadas e paradas devem ser realizadas de forma progressiva, para que os que seguem atrás tenham tempo de repetir a ação;
  • Procure sair pela manhã bem cedo, para viajar com tranquilidade e chegar ao destino até às 17h. Se a viagem for mais longa, rode até esse horário, pare para descansar e só retome o trajeto na manhã do dia seguinte. Evite ao máximo pegar a estrada à noite;
  • A frequência das paradas varia conforme o perfil do grupo, mas, em geral, a cada 200 km percorridos é uma boa medida. Com a essa distância, se evita o cansaço e a perda de tempo;
  • Quando parar, todos devem reabastecer as motos e ir ao banheiro, para não atrapalhar o ritmo do comboio;
  • O piloto que está à frente, normalmente, deve trafegar do lado esquerdo da pista de rodagem. Quem vem atrás, fica do lado direito, guardando uma distância de pelo menos uma moto. O terceiro motociclista fica na linha do primeiro, e assim, sucessivamente;
  • A formação intercalada facilita a visibilidade entre os motociclistas e ainda ajuda em situações de frenagens, pois aumenta a distância entre os pilotos na mesma faixa e dá o espaço necessário para uma parada segura.

Agora você está preparado para seguir viagem com os seus amigos! Até a próxima!
www.hondafreeway.com.br


Fonte: Diário Gaúcho

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Confira dicas de manutenção para as velas de motos


Foto: Divulgação

As velas de ignição são de vital importância para o alto desempenho e funcionalidade do motor da motocicleta, pois levam energia para a câmara de combustão, proporcionando a queima da mistura de ar e combustível, por meio de uma centelha entre seus eletrodos.

O tempo de vida útil da vela varia de acordo com o seu modo de uso, dessa forma, é recomendada a verificação a cada 10.000 km. Essa análise revela muitas informações sobre as condições de operação do motor.

Para auxiliar os motociclistas no diagnóstico, a fabricante alemã Bosch, que atende mais de 95% da frota nacional de veículos duas rodas, lançou um manual ilustrativo com orientações que indicam as respectivas causas e efeitos do mau uso, levando em consideração a aparência desse componente.

Confira três dicas que constam no manual e fique atento para a manutenção.

1) Condições normais de uso
O pé do isolador apresenta-se da cor branco-acinzentado / amarelo-acinzentada a marrom-clara. O motor está em boas condições. O grau térmico da vela está correto. Os ajustes da mistura e da ignição estão adequados, não há falhas de ignição, o sistema de partida a frio funciona corretamente. Não há resíduos de aditivos de combustível, nem de partículas de óleo no motor ou sobrecarga térmica.

2) Fuliginosa (carbonização seca)
O pé do isolador, os eletrodos e a carcaça da vela apresentam-se cobertos por uma camada fosca de fuligem preto-aveludada (seca).
Causas: ajuste de mistura errada (carburador, injeção); mistura muito rica, filtro de ar muito sujo, afogador automático com mau funcionamento, afogador manual puxado por longo tempo, percursos curtos muito frequentes, vela de ignição muito fria para o motor.
Efeitos: falhas de ignição, dificuldade de partida a frio.
Soluções: ajustar ponto de ignição e regulagem de mistura, verificar o filtro de ar, evitar percursos curtos frequentes. Em casos de carbonização severa, substituir as velas de ignição e atentar para o uso do grau térmico correto.

3) Oleosa (carbonização oleosa)
O pé do isolador, os eletrodos e a carcaça da vela apresentam-se cobertos por uma camada fuliginosa brilhante, úmida de óleo e por resíduos de carvão.
Causas: óleo em excesso na câmara de combustão, nível de óleo muito alto, guias de válvulas, cilindros e anéis do pistão estão gastos. Em motores a gasolina de 2 tempos, óleo em excesso na mistura.
Efeitos: falhas de ignição, dificuldade na partida.
Soluções: retificar o motor, usar a proporção correta de mistura gasolina / óleo (motor de 2 tempos), substituir as velas de ignição.

É importante sempre ficar atento às velas de ignição. Faça periodicamente a manutenção da sua moto com os melhores profissionais na Honda Free Way mais próxima. Entre em contato conosco pelo (44) 3261-1200.

Confira o manual completo aqui.


Fonte: Moto.com

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

A volta da potente Honda CB 500

Utilizando nome que fez sucesso no Brasil, a Honda lançou a nova geração da CB 500 no país, em três versões. A estreia ocorreu no Salão duas Rodas 2013, em São Paulo. A primeira a chegar é a CB 500F, a naked urbana da família. Em dezembro, vem a esportiva CB 500R e no ano que vem, até abril, a on/off CB 500X. Com os três modelos, a Honda tem o objetivo de vender 20 mil unidades da CB 500 durante o 1º ano de comercialização da linha.

A nova CB 500F é inquestionavelmente bonita e tem aspecto moderno. As rodas são de liga leve com raios estilo palito (usando pneus sem câmara) e o escape cromado em posição tradicional. Seu conjunto traz alguns diferenciais, como o visual esportivo, painel digital e a presença do freio ABS, como opção.


O peso seco da F é de 180 kg e o tanque de combustível 15,7 litros, que roda com gasolina. Na dianteira, a CB 500F possui um garfo telescópico de 120 mm de curso, enquanto a traseira é monoamortecida por um sistema pró-link de 118 mm. Com assento de 785 mm, a F tem 2.075 mm de comprimento, 780 mm de altura e 1.060 mm de altura - seu entre-eixos é de 1.410 mm.

Feita na Tailândia para abastecer o mundo, a CB 500 brasileira será produzida em Manaus, com a fabricação nacional de componentes como chassi e componentes plásticos, mas parte das peças ainda é importada da própria Tailândia e Japão - o motor chega com as peças desmontadas para ser montado no Brasil.

Segundo o jornalista Roberto Dutra, do portal O GLOBO, “não é difícil prever que será um sucesso: é confortável, versátil e tem preço competitivo. Venderá bem por isso e também por ser uma Honda. No mundo de hoje, confiabilidade vem antes de emoção”.

Fontes: O Globo e Auto Esporte

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Consequências da gasolina adulterada na sua moto



Infelizmente, ainda existem postos de combustíveis que não seguem os padrões estabelecidos pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Por isso, você corre o risco de abastecer a sua motocicleta com gasolina adulterada. Veja agora no nosso Blog as consequências e dicas que vão ajudar você a identificar essa adulteração.

Sintomas no motor de sua moto 

Consequências imediatas: 
  • O motor começa a falhar de repente;
  • A marcha lenta se torna irregular;
  • As partidas ficam mais difíceis;
  • O motor “bate pino” com frequência. 

 Consequências em médio prazo: 
  • Motor “engasga” ou chega a apagar;
  • Perda gradativa da potência e da força;
  • Desempenho e rendimento diminuem;
  • As acelerações ficam mais lentas;
  • Danos provocados por solventes;
  • Derretimento das mangueiras de combustível;
  • Entupimento do carburador;
  • Aumento da carbonização de velas e válvulas;
  • Formação de borra no óleo lubrificante.

 Como eliminar o problema:
  • Limpar os giclês do carburador;
  • Escoar o combustível ou limpar o tanque;
  • Trocar a mangueira de combustível;
  • Substituir o filtro gasolina.

 Como evitar:
  • Abasteça sempre no mesmo posto;
  • Desconfie do combustível com preço muito baixo;
  • Use sempre que possível gasolina aditivada;
  • Veja se o posto controla a qualidade do combustível;
  • Caso desconfie do combustível, exija um teste do produto.

 Como economizar combustível:
  • Aqueça o motor rodando com a moto;
  • Dirija com calma, sem esticar as marchas;
  • Não dê bombeadas no acelerador;
  • Mantenha a manutenção em dia;
  • Evite arrancadas bruscas;
  • Não leve peso desnecessário.

 Procedimentos básicos:
  • Calibre os pneus todas as semanas;
  • Mantenha o motor sempre bem regulado;
  • Limpe o carburador nos prazos indicados;
  • Troque filtro de ar e vela de acordo com o manual do fabricante.

Agora que você está mais informado sobre a adulteração de gasolina e o que ela pode causar, fique atento! Assim, você também cuida da sua motocicleta e evita problemas que possam prejudicar o seu passeio ou viagem.


Fonte: Agência Nacional do Petrólio (ANP)

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Honda recria em 3D volta recorde de Ayrton Senna no Japão



Em mais uma ótima jogada, a Honda agora se superou. Após recriar a volta da pole position de Ayrton Senna em Suzuka (1989), com base em dados da telemetria da época, a montadora japonesa resolveu montar um vídeo 3D da atuação do tricampeão naquele dia.

Com uma grande riqueza de detalhes, a marca conseguiu refazer o som do motor e da aceleração. Os fãs, que podem escolher se querem câmera fixa, aérea ou onboard, ainda conseguem assistir de todos os ângulos o MP4/5 do brasileiro.

O site ainda disponibiliza todos os mínimos dados da volta para ir acompanhando “em tempo real”, como a velocidade, a aceleração e a rotação do motor, além da distância percorrida e do tempo feito – na época, o mais veloz do circuito.

O lançamento faz parte do projeto “Ayrton Senna 1989”, da Honda. Com a ação, a montadora pretende homenagear o tricampeão que já conquistou três títulos ao lado da fabricante na F1, entre os anos 80 e 90.

Para assistir ao vídeo em 3D, clique aqui , desabilite o bloqueador de pop-ups, vá para a aba “3D View” e aguarde abrir.
Com Portal Uol

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Honda é reconhecida pela revista Época por suas práticas sustentáveis


A Moto Honda da Amazônia e a Honda Automóveis do Brasil receberam mais um reconhecimento por suas práticas ambientais. As empresas conquistaram nessa semana, o Prêmio Época Empresa Verde. As homenagens foram recebidas pelos executivos Arthur Signorini, gerente de Gestão Ambiental e Sustentabilidade, e Roberto Moreno, gerente de Relações Institucionais, da Honda South América.

Desde que a Honda chegou ao Brasil, ainda na década de 70 com a Moto Honda, a empresa tem como objetivo atender às demandas da sociedade de forma sustentável. “Sabemos os impactos que as nossas atividades podem causar na natureza. Para reduzir ou neutralizar esses efeitos, intensificamos os investimentos em todos os nossos processos industriais e atividades corporativas, visando à melhoria e a implementação de tecnologias novas e mais limpas. Estamos orgulhosos dos resultados alcançados e dos reconhecimentos que temos recebido ao longo desses anos”, comenta Signorini.

Em todas as fábricas da empresa no Brasil e no mundo, o nível de CO2 emitido é constantemente monitorado e as práticas ambientais aperfeiçoadas. Os conceitos de Green Factory, Green Logistic, Green Dealer e Green Office adotados pelo Grupo consolidam ações de redução dos impactos no meio ambiente em toda a cadeia produtiva, desde seus fornecedores, passando pelas fábricas e transporte de seus produtos até a rede de concessionárias.

Mais informações sobre as iniciativas ambientais da Honda você ver aqui: http://goo.gl/YOcqvZ


Por Portal Honda

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Honda lança Programa de Estágio


A Honda abriu a temporada de inscrições para o Programa Jovens Talentos 2014. O objetivo é desenvolver jovens universitários com potencial de carreira proporcionando o aprendizado profissional alinhado a sua formação acadêmica.

Estão sendo oferecidas 15 vagas de estágio e 18 de trainee. A novidade esse ano são as três vagas do International Trainee direcionadas aos interessados em atuar na matriz da Honda, no Japão, e se tornar um profissional internacional.

O Programa de Estágio é uma excelente oportunidade para você se juntar a maior fabricante de motocicletas do Brasil e uma das mais importantes do setor automotivo em todo o mundo.


Para mais informações sobre o Programa, acesse o site
http://www.honda.com.br/jovenstalentos/