segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Honda traz novas cores e grafismos para modelos da família 500cc.



CB500F e CBR500R versão 2015 chegam com novidades na rede de concessionárias a partir deste mês
Mais uma novidade promete agitar o segmento de alta cilindrada no mercado brasileiro. A partir deste mês, dois modelos da família Honda 500cc, versão 2015, ganham novas cores e grafismos que complementam o lineup atual. Assim, a CB500F passa a ser comercializada nas cores preta (nova e inspirada na CB650), branca e vermelha metálica, agora com grafismo padronizado aos demais. A esportiva CBR500R, disponível apenas na versão ABS, também traz inovações visuais e está disponível em duas novas cores, preta e branca tricolor, com detalhes em vermelho e azul baseadas no visual do Team HRC (Honda Racing Corporation).
Produzidas na fábrica de Manaus (AM), os modelos têm garantia de um ano, sem limite de quilometragem. Os preços públicos sugeridos são: CB500F R$ 23.053,00 (STD) e R$ 24.625,00 (ABS); CBR500R R$ 25.673,00 (ABS). A CB500X versão 2015 ainda não tem previsão de chegada ao mercado. Os valores têm como base o estado de São Paulo e não incluem despesas com frete e seguro.
Porta de entrada Honda na categoria alta cilindrada, os novos modelos estarão disponíveis a partir da segunda quinzena de fevereiro nas concessionárias de todo o país. Equipados com motor DOHC (Double Over Head Camshaft), bicilindrico de quatro tempos, 471 cm³ de capacidade, com duplo comando de válvulas no cabeçote e quatro válvulas por cilindro, possuem respostas rápidas e ótimo desempenho, com potência máxima de 50 cv a 8.500 rpm e torque de 4,55 kgf.m a 7.000 rpm. 
A proposta da CB500F segue características próprias e diferenciadas. Destaque para o estilo Naked, com propulsor totalmente à mostra e rabeta curta. Seu visual está alinhado às expectativas do consumidor que busca o DNA de uma pura street fighter, com segurança, economia e versatilidade, tanto para o uso urbano, quanto para deslocamentos em estradas. Já a CBR500R é marcada por linhas inspiradas nos modelos Honda de competição. Seu design avançado agrada ao consumidor que busca um estilo mais arrojado, com guidão esportivo e carenagens laterais, que proporcionam um conjunto moderno, agradável e equilibrado.


Sobre o grupo Honda no Brasil - Presente no país desde 1971, quando começou a importar, e em seguida a produzir motocicletas em Manaus (AM), a Moto Honda da Amazônia Ltda. é atualmente a maior fabricante de motos do Brasil, com mais de 20 milhões de unidades produzidas.  Desde 2001, a empresa produz, também em Manaus, modelos de motores estacionários, além de comercializar geradores, motobombas, roçadeiras, cortadores de grama e motores de popa importados de outras unidades da marca no mundo. Um ano depois iniciou a produção de quadriciclos na unidade. Em 1992, com a criação da Honda Automóveis do Brasil Ltda., a empresa entrou no competitivo mercado automobilístico brasileiro também por meio de importações e, a partir de 1997, com a produção nacional de automóveis no município de Sumaré (SP). Em 2013, anunciou sua segunda planta de automóveis, em Itirapina, interior de São Paulo, com inauguração prevista para 2015. Em uma iniciativa inédita no segmento automotivo no país, a empresa iniciou, no mesmo ano, a construção do seu primeiro parque eólico na cidade de Xangri-Lá, no Rio Grande do Sul, inaugurado em novembro de 2014.  Para administrar as operações do parque, que irá suprir toda a demanda de energia elétrica da fábrica de Sumaré, foi criada a Honda Energy do Brasil. No país, também faz parte do grupo a Honda Serviços Financeiros, que reúne o Consórcio Nacional Honda, a corretora Seguros Honda, a Leasing Honda e o Banco Honda. Presentes na rede autorizada de todo o Brasil, os serviços oferecidos facilitam o acesso dos clientes aos produtos da marca.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Nova Honda CBR 500R: a porta de entrada para as esportivas




Dentro do universo das duas rodas, os modelos sport são especiais e atraem os apaixonados pelas suas formas agressivas, incrível potência e pilotagem emocionante. Referência neste mercado, a Honda já está comercializando o seu modelo esportivo de entrada para a alta cilindrada: a CBR 500R, que combina beleza e alta performance com condução fácil, perfeita para quem está procurando a sua primeira esportiva e deseja sentir a adrenalina presente no DNA da marca, respeitado em todas as pistas do mundo. Além destes atributos, a nova integrante da família 500cc traz ainda preço competitivo.

Beleza e alta performance

A carenagem, além de transparecer à motocicleta um porte equivalente ao de modelos com maior cilindrada, contribui para a diminuição do arrasto aerodinâmico e acentua ainda mais o seu design esportivo. Integrados ao visual estão o painel de instrumentos digital na cor branca e o conjunto óptico, com refletor duplo multifacetado e lâmpadas halógenas de 55W, que oferece boa visibilidade em qualquer condição. A capacidade do tanque de combustível é de 15,7 litros. 

Os semi-guidões proporcionam uma pilotagem próxima às dos modelos de pista e enfatizam toda a emoção e estilo sport. A altura do assento é de 785 mm e suas medidas são as mais compactas da linha com (C) 2.075 mm x  (L) 740 mm x (A) 1.145 mm, distância entre os eixos de 1.410 mm, tornando a pilotagem ainda mais precisa. O peso seco do modelo é de 181 kg (183kg na versão ABS).

Versatilidade, maneabilidade e ótima performance, com condução agradável e prazerosa em qualquer situação são as marcas registradas da CBR 500R. O modelo compartilha uma base em comum com os outros modelos da família, com chassi em aço, do tipo Diamond, que oferece uma excelente capacidade de manobra. 

O desempenho, tanto em vias urbanas como na estrada, é proporcionado pelo motor bicilíndrico, de quatro tempos e 471 cm3 - DOHC (Double Over Head Camshaft), com duplo comando de válvulas no cabeçote, quatro válvulas por cilindro e arrefecimento a líquido -, que desenvolve potência máxima de 50,4 cv a 8.500 rpm e torque máximo de 4,55 kgf.m a 7.000 rpm.

Os pistões são forjados em liga de alumínio, com diâmetro de 67 mm, curso de 66,8 mm e construção diferenciada, semelhantes aos utilizados na motocicleta CBR 600RR. A rigidez e resistência também foram otimizadas e seus pesos reduzidos, para tornar o funcionamento ainda mais suave e eficiente.


As respostas rápidas ao comando do acelerador são garantidas pelo sistema de alimentação eletrônico PGM-FI (sistema de injeção programada de combustível), que envia ao motor o volume ideal de combustível para cada faixa de rotação, melhorando a eficiência e criando um excelente equilíbrio entre máxima potência e baixo consumo. O escape foi desenvolvido em aço inoxidável, com design integrado ao pedal do garupa.  

Aliado a este conjunto motriz, o câmbio de seis velocidades possui embreagem multidisco e oferece engates precisos, o que possibilita excelente desempenho do conjunto tanto em trechos urbanos quanto na estrada. 

No tocante à suspensão, a Honda trouxe tudo que há de mais moderno e de alta tecnologia disponível no mercado de duas rodas. 

A dianteira recebeu garfo telescópio, com curso de 120 mm, desenvolvido para proporcionar total domínio e estabilidade em curvas, sem deixar de lado o conforto. Na traseira, a suspensão é monoamortecida do tipo Pro-Link, com curso de 119 mm, e conta com nove níveis de regulagens da pré-carga do amortecedor.
Ainda no quesito conforto, o painel de instrumentos é totalmente digital e de fácil leitura, que traz – além do velocímetro - conta-giros por gráfico de barras, relógio, hodômetro (total e parcial), medidores de consumo de combustível instantâneo e média, além de indicadores de diagnóstico do motor, que permite ao motociclista se concentrar na pilotagem com maior conforto e segurança.

As rodas em alumínio fundido trazem design exclusivo e foram projetadas para oferecer leveza e resistência em qualquer superfície. Os pneus são 120/70 ZR-17 na frente e 160/60 ZR-17 na traseira. A rabeta é desenhada, em estilo esportivo. O banco de dois níveis oferece grande conforto e excelente ergonomia, permitindo que o piloto fique integrado e se fixe mais adequadamente à motocicleta. Isto colabora para execução de manobras mais rápidas e que exigem maior firmeza, principalmente em velocidades mais altas.

Para oferecer total controle da pilotagem, a nova integrante da família CBR está equipada com freio dianteiro a disco com diâmetro de 320 mm de acionamento hidráulico e cáliper de duplo pistão. Já o traseiro, conta com disco de 240 mm de diâmetro, acionado por pistão e pinça simples. O modelo também chega com versão equipada com freios ABS, sistema eletrônico que evita o travamento das rodas e propicia total segurança, mesmo em situações de frenagem mais bruscas. Para maior segurança, todos dispõem ainda de HISS (Honda Ignition Security System - Sistema de Segurança de Ignição Honda).

Família de sucesso

A família 500cc conta ainda com outros dois modelos: a recém-lançada CB 500F, naked, e a CB 500X, crossover, que tem previsão de lançamento para este ano. Com os lançamentos, a Honda tem como objetivo oferecer modelos que proporcionem conforto, potência e segurança para todos os públicos e se firmar como líder absoluta no mercado de alta cilindrada. 

Agora que você conhece cada detalhe da sua futura motocicleta, entre em contato com a Honda Free Way: (44) 3261-1200 ou acesse www.hondafreeway.com.br

Até a próxima! 

Fonte: Linkpress Assessoria e Comunicação







segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Cresce vendas da jaqueta à prova de bala


A violência aos motociclistas vem aumentando a cada dia e algumas delas são repercutidas pelas mídias por serem filmadas, identificando a frieza com que os bandidos agem, atirando à queima-roupa.

Pensando nisso, uma empresa brasileira que se especializou em coletes à prova de balas também passou a oferecer jaquetas com esse tipo de proteção para os motociclistas. Segundo a Tamtex, a procura por essas peças subiu 200% depois da divulgação de um vídeo de uma tentativa de roubo de moto na capital paulista em outubro do ano passado. No entanto, para comprar este equipamento é necessário ter autorização do Exército.

Após o flagra feito pelo motociclista, o site da marca passou a ter mais acessos, mas a fabricante não quis divulgar a quantidade de jaquetas vendidas no período, alegando que pretende manter a discrição dos usuários.

De acordo com o Exército, este tipo de vestimenta balística só pode ser vendido ao público em geral se o interessado tiver mais de 21 anos, e com autorização prévia. A licença deve ser obtida na Secretaria de Segurança Pública de cada estado e é preciso apresentar atestado de antecedentes criminais e comprovar vínculo empregatício.

A Polícia Civil encaminha o registro ao Exército. Após a expedição da autorização, que leva de 20 a 30 dias, o comprador pode retirar o produto. São os mesmos requisitos exigidos para adquirir um colete à prova de balas.

A Tamtex salienta que o usuário deve sempre levar consigo a licença e é proibido emprestar as jaquetas a terceiros. Caso a pessoa seja abordada por autoridade com a vestimenta e sem a habilitação para uso da mesma, trata-se de crime inafiançável, diz a empresa.


Preços

A empresa, que já produz coletes à prova de bala há 6 anos, diz ser a única a ter este tipo de jaqueta no Brasil e uma das únicas no mundo. Por ser um produto controlado, a Tamtex também precisou de autorização do Exército para produzir as jaquetas em Mauá (SP). Para vender à pessoa física, é necessária outra licença, então essa atividade é feita por outra empresa do grupo, a Irontex. Existem ainda parcerias com lojas de armas em São Paulo, onde as jaquetas também são vendidas.

Os preços variam de R$ 1.825, para as jaquetas de material sintético, e R$ 2.425, para as de couro - os valores incluem assessoria para obter a autorização de uso junto às autoridades.
Ao todo, há oito modelos disponíveis. Também existe a possibilidade de transformar a jaqueta pessoal do interessado e deixá-la com resistência a disparos. Válido apenas para as feitas de couro, o serviço custa R$ 1.425.

Capacete e calça à prova de balas

As jaquetas à prova de bala pesam em média 4 kg, sendo 2 kg devido ao sistema de blindagem. A proteção balística é feita de Kevlar, uma fibra de polímero de alta densidade, que está localizada nas áreas do tronco, dorso e pescoço da jaqueta, enquanto o material plástico fica localizado nos ombros e cotovelos, para amortecer danos em caso de queda.

Segundo a marca, a proteção do pescoço também inibe a ação de linhas de pipa, que podem provocar ferimentos nesta parte do corpo dos motociclistas.
A Tamtex disponibiliza dois níveis de proteção antibala para as jaquetas: a II e a II-A. Segundo a empresa, a opção II-A resiste a tiros de 9 milímetros e até calibre 40, enquanto a II também suporta as de calibre 357.

"Nosso intuito é manter a discrição de nossos clientes. A jaqueta parece e tem o caimento de peças normais”, explica Silvério. Com a demanda, o empresário pensa em oferecer outros itens à prova de balas para motociclistas. “Em breve, teremos calças e, para mais longo prazo, estamos desenvolvendo um capacete”, completa o empresário.

Com informações de Auto Esporte Motos


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Viajar de moto em grupo



Uma das atividades mais prazerosas e divertidas é viajar de moto. O vento no rosto e a sensação de liberdade são um verdadeiro prêmio para os pilotos. E assim como em qualquer viagem, ter companhia para compartilhar a experiência é muito melhor.

Sem dúvida diminuiu os riscos, sobretudo em caso de problemas nos veículos. Mas para isso, é fundamental que o grupo esteja organizado e que cada um faça sua parte.

Em primeiro lugar, você precisa saber que é um passeio, não corrida. Cada piloto deve preservar sua posição na pista, sem ficar ultrapassando.

Melhor formação: filas intercaladas

A disposição das motocicletas na estrada é um dos fatores que mais faz diferença para a segurança do grupo. Na formação clássica, o líder segue pelo lado esquerdo da faixa. O piloto seguinte guarda distância de pelo menos uma moto e roda pela direita. O terceiro anda na linha do ponteiro e, assim, até o final do comboio.
Se todos estiverem em uma fila só, a visibilidade fica prejudicada. Em diagonal, todo mundo consegue se ver.

É possível combinar sinais

Manter uma distância segura do veículo da frente é obrigatório. Além disso, definir locais de parada diminui o risco de engavetamentos. Combinar sinais é importante. Muitos acidentes acontecem porque quem está na frente não avisou. Por exemplo, os sinais com a mão esquerda servem para avisar uns aos outros sobre as condições da pista e as ações do grupo, como reduzir, acelerar e parar.

Para garantir uma velocidade constante ao grupo, o puxador da fila e o piloto que fecha o comboio devem ser os mais experientes, com melhor conhecimento do percurso.

Dicas

  • Nunca trafegue lado a lado com seus parceiros de viagem. Se alguém tiver de fazer uma manobra brusca para o lado, pode ocorrer uma colisão;
  • Dê preferência em rodar nos mesmos trilhos dos carros. Os automóveis acabam "limpando" a pista, e a chance de achar pregos e pedras é menor;
  • Caso aviste algum perigo na pista (animal passando, acidente etc.), levante o braço esquerdo com a mão. Assim, fará com que quem venha atrás perceba que haverá uma redução de velocidade;
  • Se o piloto da frente apontar para o chão com a mão esquerda, é sinal de algum obstáculo, como um buraco, nessa faixa. Para o lado direito, a sinalização deve ser feita com o pé, para não retirar a mão do acelerador;
  • Com a mão acima da cabeça, apontando o dedo indicador para cima, o líder orienta a formação de fila indiana, necessária para algumas situações de estreitamento da pista ou para passar por um pedágio, por exemplo;
  • Rodando em turma, é melhor reduzir o ritmo da viagem. A chance de bater é sempre maior, por isso, é fundamental manter uma velocidade constante;
  • Também é interessante que o grupo seja o mais homogêneo possível nos tipos de moto e na tocada dos pilotos. Quando existe muita disparidade, os motociclistas mais rápidos precisam ter paciência para andar no mesmo ritmo dos demais, para não obrigá-los a correr atrás;
  • Arrancadas e paradas devem ser realizadas de forma progressiva, para que os que seguem atrás tenham tempo de repetir a ação;
  • Procure sair pela manhã bem cedo, para viajar com tranquilidade e chegar ao destino até às 17h. Se a viagem for mais longa, rode até esse horário, pare para descansar e só retome o trajeto na manhã do dia seguinte. Evite ao máximo pegar a estrada à noite;
  • A frequência das paradas varia conforme o perfil do grupo, mas, em geral, a cada 200 km percorridos é uma boa medida. Com a essa distância, se evita o cansaço e a perda de tempo;
  • Quando parar, todos devem reabastecer as motos e ir ao banheiro, para não atrapalhar o ritmo do comboio;
  • O piloto que está à frente, normalmente, deve trafegar do lado esquerdo da pista de rodagem. Quem vem atrás, fica do lado direito, guardando uma distância de pelo menos uma moto. O terceiro motociclista fica na linha do primeiro, e assim, sucessivamente;
  • A formação intercalada facilita a visibilidade entre os motociclistas e ainda ajuda em situações de frenagens, pois aumenta a distância entre os pilotos na mesma faixa e dá o espaço necessário para uma parada segura.

Agora você está preparado para seguir viagem com os seus amigos! Até a próxima!
www.hondafreeway.com.br


Fonte: Diário Gaúcho

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Confira dicas de manutenção para as velas de motos


Foto: Divulgação

As velas de ignição são de vital importância para o alto desempenho e funcionalidade do motor da motocicleta, pois levam energia para a câmara de combustão, proporcionando a queima da mistura de ar e combustível, por meio de uma centelha entre seus eletrodos.

O tempo de vida útil da vela varia de acordo com o seu modo de uso, dessa forma, é recomendada a verificação a cada 10.000 km. Essa análise revela muitas informações sobre as condições de operação do motor.

Para auxiliar os motociclistas no diagnóstico, a fabricante alemã Bosch, que atende mais de 95% da frota nacional de veículos duas rodas, lançou um manual ilustrativo com orientações que indicam as respectivas causas e efeitos do mau uso, levando em consideração a aparência desse componente.

Confira três dicas que constam no manual e fique atento para a manutenção.

1) Condições normais de uso
O pé do isolador apresenta-se da cor branco-acinzentado / amarelo-acinzentada a marrom-clara. O motor está em boas condições. O grau térmico da vela está correto. Os ajustes da mistura e da ignição estão adequados, não há falhas de ignição, o sistema de partida a frio funciona corretamente. Não há resíduos de aditivos de combustível, nem de partículas de óleo no motor ou sobrecarga térmica.

2) Fuliginosa (carbonização seca)
O pé do isolador, os eletrodos e a carcaça da vela apresentam-se cobertos por uma camada fosca de fuligem preto-aveludada (seca).
Causas: ajuste de mistura errada (carburador, injeção); mistura muito rica, filtro de ar muito sujo, afogador automático com mau funcionamento, afogador manual puxado por longo tempo, percursos curtos muito frequentes, vela de ignição muito fria para o motor.
Efeitos: falhas de ignição, dificuldade de partida a frio.
Soluções: ajustar ponto de ignição e regulagem de mistura, verificar o filtro de ar, evitar percursos curtos frequentes. Em casos de carbonização severa, substituir as velas de ignição e atentar para o uso do grau térmico correto.

3) Oleosa (carbonização oleosa)
O pé do isolador, os eletrodos e a carcaça da vela apresentam-se cobertos por uma camada fuliginosa brilhante, úmida de óleo e por resíduos de carvão.
Causas: óleo em excesso na câmara de combustão, nível de óleo muito alto, guias de válvulas, cilindros e anéis do pistão estão gastos. Em motores a gasolina de 2 tempos, óleo em excesso na mistura.
Efeitos: falhas de ignição, dificuldade na partida.
Soluções: retificar o motor, usar a proporção correta de mistura gasolina / óleo (motor de 2 tempos), substituir as velas de ignição.

É importante sempre ficar atento às velas de ignição. Faça periodicamente a manutenção da sua moto com os melhores profissionais na Honda Free Way mais próxima. Entre em contato conosco pelo (44) 3261-1200.

Confira o manual completo aqui.


Fonte: Moto.com

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

A volta da potente Honda CB 500

Utilizando nome que fez sucesso no Brasil, a Honda lançou a nova geração da CB 500 no país, em três versões. A estreia ocorreu no Salão duas Rodas 2013, em São Paulo. A primeira a chegar é a CB 500F, a naked urbana da família. Em dezembro, vem a esportiva CB 500R e no ano que vem, até abril, a on/off CB 500X. Com os três modelos, a Honda tem o objetivo de vender 20 mil unidades da CB 500 durante o 1º ano de comercialização da linha.

A nova CB 500F é inquestionavelmente bonita e tem aspecto moderno. As rodas são de liga leve com raios estilo palito (usando pneus sem câmara) e o escape cromado em posição tradicional. Seu conjunto traz alguns diferenciais, como o visual esportivo, painel digital e a presença do freio ABS, como opção.


O peso seco da F é de 180 kg e o tanque de combustível 15,7 litros, que roda com gasolina. Na dianteira, a CB 500F possui um garfo telescópico de 120 mm de curso, enquanto a traseira é monoamortecida por um sistema pró-link de 118 mm. Com assento de 785 mm, a F tem 2.075 mm de comprimento, 780 mm de altura e 1.060 mm de altura - seu entre-eixos é de 1.410 mm.

Feita na Tailândia para abastecer o mundo, a CB 500 brasileira será produzida em Manaus, com a fabricação nacional de componentes como chassi e componentes plásticos, mas parte das peças ainda é importada da própria Tailândia e Japão - o motor chega com as peças desmontadas para ser montado no Brasil.

Segundo o jornalista Roberto Dutra, do portal O GLOBO, “não é difícil prever que será um sucesso: é confortável, versátil e tem preço competitivo. Venderá bem por isso e também por ser uma Honda. No mundo de hoje, confiabilidade vem antes de emoção”.

Fontes: O Globo e Auto Esporte

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Consequências da gasolina adulterada na sua moto



Infelizmente, ainda existem postos de combustíveis que não seguem os padrões estabelecidos pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Por isso, você corre o risco de abastecer a sua motocicleta com gasolina adulterada. Veja agora no nosso Blog as consequências e dicas que vão ajudar você a identificar essa adulteração.

Sintomas no motor de sua moto 

Consequências imediatas: 
  • O motor começa a falhar de repente;
  • A marcha lenta se torna irregular;
  • As partidas ficam mais difíceis;
  • O motor “bate pino” com frequência. 

 Consequências em médio prazo: 
  • Motor “engasga” ou chega a apagar;
  • Perda gradativa da potência e da força;
  • Desempenho e rendimento diminuem;
  • As acelerações ficam mais lentas;
  • Danos provocados por solventes;
  • Derretimento das mangueiras de combustível;
  • Entupimento do carburador;
  • Aumento da carbonização de velas e válvulas;
  • Formação de borra no óleo lubrificante.

 Como eliminar o problema:
  • Limpar os giclês do carburador;
  • Escoar o combustível ou limpar o tanque;
  • Trocar a mangueira de combustível;
  • Substituir o filtro gasolina.

 Como evitar:
  • Abasteça sempre no mesmo posto;
  • Desconfie do combustível com preço muito baixo;
  • Use sempre que possível gasolina aditivada;
  • Veja se o posto controla a qualidade do combustível;
  • Caso desconfie do combustível, exija um teste do produto.

 Como economizar combustível:
  • Aqueça o motor rodando com a moto;
  • Dirija com calma, sem esticar as marchas;
  • Não dê bombeadas no acelerador;
  • Mantenha a manutenção em dia;
  • Evite arrancadas bruscas;
  • Não leve peso desnecessário.

 Procedimentos básicos:
  • Calibre os pneus todas as semanas;
  • Mantenha o motor sempre bem regulado;
  • Limpe o carburador nos prazos indicados;
  • Troque filtro de ar e vela de acordo com o manual do fabricante.

Agora que você está mais informado sobre a adulteração de gasolina e o que ela pode causar, fique atento! Assim, você também cuida da sua motocicleta e evita problemas que possam prejudicar o seu passeio ou viagem.


Fonte: Agência Nacional do Petrólio (ANP)